"Só pode guiar-nos a convicção de que hoje, mais do que nunca, o teatro, na medida em que pensa, não é um dado da cultura, mas da arte. O público não vai ao teatro para se deixar cultivar. Não é uma florzinha, nem um chuchu. (...) O público vem ao teatro para se comover, para comover-se com as idéias teatro. Não sai culto, mas aturdido, cansado (pensar cansa), devaneando. Não encontrou, nem mesmo na maior gargalhada, com o que se satisfazer. Encontrou idéias de cuja existência não desconfiava."
(Badiou, A. Pequeno Manual de Inestética. São Paulo: Estação Liberdade, 2002, p. 102).
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